quinta-feira, 5 de junho de 2008

cirandinha


Há uma música dos anos 80 que se chama If looks could kill (“you´d be lying on the floor...”), de uma banda chamada Heart. Já vou avisando, não é dessas que vocês vão ter notícias nessas festinhas dos anos 80, que já viraram clichê. Acontece que a banda era de heavy metal, com dois homens e duas mulheres (irmãs entre si, inclusive). O legal é que o vocal era feminino. Tá. Acontece que a figura vocalista também cantou Almost paradise (gente, por favor, concentração, senão não vamos pra frente, isso aqui é assunto elevadíssimo, não é coisa pra principiante...), tema romântico no filme Footloose (é aquele com o Kevin, vem, Bacon, leia-se, toucinho). Só que a música é do Eric Carmen (sim, é um homem, mas há controvérsias...), que é cantor e compositor de Hungry Eyes, da trilha do Dirty Dancing.
Trilha de filmes dos anos 80... isso aqui vai ser só o começo...

eyes without a face


Billy Idol. O refrão, com as backing vocals é cantado em francês, por isso a falta de entendimento. Take it easy brothers...

Calor. Dor de cabeça. Dor de estômago. Auditoria. Chefe de volta das férias. TPM (não queria assumir...). Será que cerveja mais tarde resolve?

Por enquanto é só. Tô voltando aos poucos... ou não...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Na Regional

Pouca poesia, muita imaginação. O setor elétrico e seus personagens por detrás do véu. Lugares que só devem existir na minha imaginação - balsa de Miracema? Só um cérebro subversivo e deturpado como o meu pra inventar tais coisas...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

é possível?

A IN de informática nao me filtrou nisso aqui. Vamos à fase de testes.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Soft 2

Eu sabia que isto ia acontecer: a moda 80 voltou. Aliás, moda é um assunto que me atrai, apesar do meu visual não ser tão antenado, mas acho legal como as tendências refletem, ou tentam refletir, um período, uma mudança no jeito de ser etc., etc. Acontece que, nos anos 80, a mulher já estava inserida no mercado de trabalho, a luta pela liberalização do sexo, anticoncepcional, o escambau, já tinha passado, a mulher tinha conquistado uma certa segurança diante do seu posicionamento, isso quer dizer que não precisava ficar vestida de mocinha o tempo todo ou de hiponga, porra-louca. Assim, o importante era ter conforto, então as roupas largas, malhas, moletons entraram com tudo, as silhuetas nem sempre se sobressaíam, então, a sensualidade vinha através de outros apelos: ombros de fora, os bicos dos seios marcando a camiseta surrada...
Nessa mesma onda, reinaram os looks masculinos, maravilhosos, com batons bem vermelhos e unhas da mesma cor, pontiagudas de mulher perigosa, para quebrar um pouco do preto e do branco, que predominavam. Acho isso bem legal, porque refletia essa segurança na sexualidade feminina, que não precisava parecer obviamente mulherzinha-barbie-cor-de-rosa. Era legal provocar, ser agressiva, poder ter o controle, a mulher não precisava ficar pronta pra ser seduzida sempre, ela podia também seduzir. Sei que tá parecendo texto de revista Claudia, mas gosto de ficar observando essas coisas.
Sempre interpreto os anos 70 como uma busca pela Arcádia, acho que são muito bem definidos por aquela música: "eu quero uma casa no campo..." Já nos anos 80, tudo era muito urbano. Era super in morar num loft, numa metrópole, andar de Caloi 10, praticar esportes, ou, sei lá, ser yuppie, trabalhar engravatado e ir a vernissages à noite, com camisas abotoadas até o último botão. Ninguém ia a academias nos anos 70. Nos anos 80, nem todo mundo ia a academias para fazer musculação (que era praticamente sinônimo de alterofilismo), mas as pessoas faziam ginástica (nem sei bem o que podia ser isso), jazz (na onda Flash Dance)... As roupas passaram a ter um viés esportivo muito forte, como os moletons (que já mencionei) cinzas super básicos, e também as cores fortes, inclusive para os homens, e materiais mais modernos e com tecnologia, como a lycra e o nylon, além de faixas na cabeça e punhos de jogar tênis.
É ou não é?

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Me deu vontade...




Blade Runner Waltz - Paulo Leminski

Em mil novecentos e oitenta e sempre,
ah, que tempos aqueles, dançamos ao luar, ao som da valsa
A Perfeição do Amor Através da Dor e da Renúncia, nome, confesso, um pouco longo,mas os tempos, aquele tempo,
ah, não se faz mais tempo como antigamente
Aquilo sim é que eram horas, dias enormes, semanas anos, minutosmilênios,e toda aquela fortuna em tempo
a gente gastava em bobagens, amar, sonhar, dançar ao som da valsa,
aquelas falsas valsas de tão imenso nome lento
que a gente dançava em algum setembro
daqueles mil novecentos e oitenta e sempre
Hoje, sonhei com meu irmão, Ita. Foi tão real sua presença.

The Pretenders



Eu nem sei o que digo. Tenho me sentido como uma adolescente descobrindo coisas - aquelas que estão especialmente a meio palmo do nariz. É lógico que já conhecia Pretenders. Lembrava de alguns hits mais conhecidos, já tinha até o clipe do Don´t get me wrong gravado. Meu chefe me emprestou três dvds e eu estou completamente stoned! Chrissie Hynde não é só uma cantora, ou guitarrista ou mulher, ela é um ícone, uma representação dela própria, com seu style, totalmente cool. Uma Rita Lee universal, dançando muito suavemente com seus cotovelos, singing the blues. Aí, quando você acha que tudo (que ainda é muito pouco) que você descobriu já te deixa completamente extasiada, você fica sabendo que ela já morou no Brasil (há pouco tempo, em 2004), que adora São Paulo e que até tem um apartamento no Edifício Copam, pode uma coisa dessas?

Ver e imaginar Chrissie Hynde me dá cada vez mais vontade de ser menos ordinary...

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Não consigo tolerar a intolerância!